22.1.18

Apresentação de A Ciência das Sombras, a 23 de Janeiro, na Casa Fernando Pessoa




O livro de poesia de Bernardo Pinto de Almeida, A Ciência das Sombras, vai ser apresentado a 23 de Janeiro, às 18h30, na Casa Fernando Pessoa, na Rua Coelho da Rocha, n.º 16, Campo de Ourique, em Lisboa.
O livro, com prefácio de Eduardo Lourenço e gravuras de Julião Sarmento, será apresentado por Osvaldo Silvestre.
Catarina Wallenstein e António Barahona lerão poemas.
Será mostrada ainda uma edição especial de 30 exemplares assinados do poema «Natal em Miami», de Bernardo Pinto de Almeida, com uma serigrafia original de Julião Sarmento.

A Ciência das Sombras é uma recolha definitiva de todos os poemas de Bernardo Pinto de Almeida, publicados entre 1975 e 2006, rescritos e apresentados de forma a constituírem um novo livro. Acrescentam-se três inéditos, um de 1977 e dois de 2006.
Fecha-se assim o ciclo de poemas anteriores ao livro A Noite (Relógio D’Água, 2006).

Bernardo Pinto de Almeida nasceu em 1954, no Peso da Régua.
Tem poemas editados em Inglaterra, França, Alemanha, Espanha, Itália e Bulgária.

Publicou vários livros.

19.1.18

A Ciência das Sombras — Apresentação, amanhã, 20 de Janeiro, no Teatro Nacional São João




O livro de poesia de Bernardo Pinto de Almeida, A Ciência das Sombras, vai ser apresentado amanhã, 20 de Janeiro, às 16h00, no Teatro Nacional São João, na Praça da Batalha, no Porto.
O livro será apresentado por António Guerreiro.
Emília Silvestre, João Luís Barreto Guimarães e Andreia C. Faria lerão poemas.
Será apresentada ainda uma edição especial de 30 exemplares assinados do poema «Natal em Miami», de Bernardo Pinto de Almeida, com uma serigrafia original de Julião Sarmento.
A Ciência das Sombras é uma recolha definitiva de todos os poemas de Bernardo Pinto de Almeida, publicados entre 1975 e 2006, rescritos e apresentados de forma a constituírem um novo livro. Acrescentam-se aos livros antes publicados mais três inéditos, um de 1977 e dois de 2006.
Fecha-se assim o ciclo de poemas anteriores ao livro A Noite (Relógio D’Água, 2006).
O livro é acompanhado de um prefácio de Eduardo Lourenço e de oito desenhos de Julião Sarmento, que o artista fez expressamente.
Bernardo Pinto de Almeida nasceu em 1954, no Peso da Régua.
Tem poemas editados em Inglaterra, França, Alemanha, Espanha, Itália e Bulgária.
Publicou vários livros.

Ana Margarida de Carvalho conversa sobre Pequenos Delírios Domésticos, hoje, na Arquivo, em Leiria



A chegar às livrarias: Arder a Palavra e Outros Incêndios, de Ana Luísa Amaral




«Neste primeiro grupo de ensaios, não irei tanto oferecer respostas quanto levantar hipóteses e questões que se prendem com os estudos feministas e a teoria queer, as relações entre género, sexo e sexualidades e conceitos como o corpo e a construção (e desconstrução) de identidades. O que me interessa é tentar entender como estas novas problematizações relativas à questão das identidades e do corpo são produtivas do ponto de vista literário, particularmente no que se refere ao fenómeno poético. São dois os problemas que aqui enunciarei: até que ponto podemos falar de uma identidade de mulher no texto poético; não será o poético (no sentido lato do termo) o espaço privilegiado para discutir a não-existência de uma identidade estável e, portanto, a metamorfose, sempre? Para desenvolver estas ideias, necessito, porém, de falar um pouco da evolução (e convivência hoje) de feminismos e da teoria queer, que se constituem numa relação crítica com uma série de novas formações e novas molduras sociais e culturais.» [Em «Dos Estudos Feministas à Teoria Queer: Algumas Reflexões»]

18.1.18

17.1.18

Conversa sobre Dia Alegre, Dia Pensante, Dias Fatais





Foi um anfiteatro repleto que assistiu ontem, dia 16, à conversa entre António Guerreiro e Maria Filomena Molder, a propósito do último livro desta autora, Dia Alegre, Dia Pensante, Dias Fatais.
A obra, recentemente destacada como o principal ensaio publicado em 2017 nas escolhas do jornal Público, reuniu no anfiteatro do Museu da Farmácia mais de 200 pessoas que durante duas horas assistiram a uma conversa que fez parecer acessíveis e até familiares autores como Kant, Walter Benjamin e Hölderlin.
A conversa abordou em particular as concepções filosóficas de Maria Filomena Molder, e as relações destas com a poesia e a literatura, a importância da perspectiva de Nietzsche e Hölderlin sobre a Grécia Antiga, a diferença entre o filósofo e o pensador, e a proximidade entre a cultura contemporânea e os mais antigos documentos literários, designadamente o Gilgamesh.